segunda-feira, 29 de junho de 2009

A tal preocupação...

Ausência total de palavras.
Vontade de ficar sozinha.
Sem vontade de dar uma voltinha.
Sem paciência para conversinha.
Não quero ficar sozinha.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A tal matéria...

E agora o que eu faço com tudo isso que está aqui?
Eu sinceramente não sei. É muito ruim acabar uma viagem antes do tempo, ir embora antes da festa acabar, sair do cinema antes do final do filme, sair do espetáculo antes dos aplausos...
Tô me sentindo assim como quem sai de cena antes de entrar. É como ser reprovada no teste...
É o risco que corremos por se envolver...
Nunca gostei de exatas. Mas acabei vendo que não sou boa de geografia, não desenrolo tão bem... e história que é bom nada!!!
Nadinha!

Bui

A tak

E agora o que eu faço com tudo isso que está aqui?
Eu sinceramente não sei. É muito ruim acabar uma viagem antes do tempo, ir embora antes da festa acabar, sair do cinema antes do final do filme, sair do espetáculo antes dos aplausos...
Tô me sentindo assim como quem sai de cena antes de entrar. É como ser reprovada no teste...
É o risco que corremos por se envolver...
Nunca gostei de exatas. Mas acabei vendo que não sou boa de geografia, não desenrolo tão bem... e história que é bom nada!!!
Nadinha!

Bui

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O tal chopp dos primos...


Estava combinado. Hoje seria a 1ª edição do “Chopp dos Primos”!
Não pude deixar de ter uma crise nostálgica necessária para que mais tarde se transformasse em texto.
Sabe aquela primona que topava qualquer parada? Aquela que viu seu primeiro beijo, que você passava as férias na casa dela, que te fez ver que não só havia luz no final do túnel como também tratou de colocar lâmpadas a mais, que faz você rir até doer a barriga, a Gatinha, que te ensinou que é importante “estar em dia”. Aquela que como você era uma criança que se achava gente, uma adolescente que se achava mulher.
Agora ela estava ali bebendo chopp e na mão esquerda segurando a tulipa havia uma aliança. Iga, quando nos encontramos volto a ser aquela menina brincando de ser mulher.
E aqueles primos mais novos que pareciam ser todos da mesma idade? São homens lindos que hoje despertam interesse nas minhas amigas... Ainda me perco um pouco nas idades mas é fácil me achar. Somos de 2 em 2 anos...
Bom, 2 anos a menos que eu vem o Nil. Irmão de férias. Aquele que fazia meu lado moleca vir à tona. Super engraçado, divertido... e agora super responsável. Cresceu e sua seriedade com a vida não o faz perder o lado brincalhão de ser.
2 a menos que o Nil vem a Bárbara. Mas essa eu prefiro nem comentar porque daria um texto só falando como aquela pestinha louca virou uma linda mulher super comprometida com o que faz.
Depois dela vem o Jeffinho. Gente, aquele primo que tomávamos conta no baile de carnaval está maior que eu! É muito gostoso ver essa transformação do priminho mais novo para o primo que faz parte do nosso chopp.
Opa! Pulei o Gabriel. Não fique triste é que em você a transformação foi rápida demais e ainda levo um susto ao ver que aquela figurinha que viajou (para passar um mês) com uma sunga no bolso agora tem barba...
E a Bia? Aquela menininha desconfiada e séria agora é uma mulher linda que chama atenção aonde chega. Ela pode até continuar sendo um pouco desconfiada mas de séria não tem mais nada... Ô gargalhada gostosa!
Enquanto estávamos ali era como se voltasse no tempo. Eu continuava vendo a gente num baile de carnaval tomando conta uns dos outros. Sentindo todo aquele amor que a família é capaz de dar. Estava ali com pessoas especiais que terei o resto da minha vida. Não tem coisa mais gostosa que primos!
Ah, a pergunta que não quer calar: “Quando será a 2ª edição?”.

O tal lugar para se viver...

Se tem uma escritora que adoro é a Martha Medeiros. Sua forma de escrever parece uma conversa entre amigas. Sinto-me íntima dela. Adoro ler tudo o que ela escreve...
Hoje uma amiga do trabalho sabendo da minha afinidade com a Martha (como já falei me sinto íntima...) trouxe para mim um artigo de 17 de maio que não por coincidência tinha como título: "Um lugar para se viver!".
É impressionante como todo o universo conspira e interfere nas nossas vidas. Tudo o que mais tenho pensado nesses últimos meses é se sou um bom lugar para conhecer, se instalar e é claro amar. Não pude deixar passar em branco a oportunidade de me analisar... E aqui está o resultado:
Tenho museus. É onde guardo obras de arte super interessantes, coisas antigas, mas de um valor inestimável como: amizades, amores, pessoas, palavras, gestos, risos, presenças...
Tenho montanhas. Muitas vezes é preciso subir para ver tudo o que existe em mim. Se você tiver em forma e levar uma aguinha extra vale a pena a escalada.
Tenho um lindo lago que proporciona mergulhos inesquecíveis a quem se habilita e não tem problemas com água fria.
Tenho um parque aquático. Esse é pura diversão! Imperdível! Tem muitos atrativos para todos os gostos. Desde os brinquedos mais radicais aos mais relaxantes. Ah, não posso deixar de avisar: aceitamos carteirinha de estudante, crianças e idosos não pagam.
É claro que não poderia deixar de ter uma praia. É enorme e para quem gosta de exclusividade vai uma dica: alguns pedaços ninguém ainda visitou.
As estações aqui são bem definidas, mas não se preocupe não tem muitos dias de chuva. Ou se preferir consulte nosso blog com a previsão do tempo.
Por aqui se anda de bicicleta com um vento nos cabelos e ora tem cheirinho de chuva, ora de flores, ora de frutas...
Enfim, um excelente passeio para quem procura diversão e novidade e o lugar ideal para morar para quem procura segurança e paz.
Bui

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O tal sentimento...


É confuso. O que eu sinto é enorme e ao mesmo tempo me faz sentir pequena.
Estranhamente não estou infeliz com a inquietação. Não gosto do marasmo. Nunca gostei. Sempre precisei de atividades a ser concluídas. Quando finalizo uma e não tenho nada em vista me desanima. Preciso do agito.
É engraçado. Fiz o que precisava no momento e agora me sinto meio perdida diante das dificuldades. Não nas minhas dificuldades porque como boa “marketeira” analisei antes.... Mas na dificuldade que não se pode calcular. A dificuldade da conversa, de saber o que o outro pensa. Uma coisa é o que diz, outra é o que sente.
As pessoas cobram tanto a fidelidade dos outros e não pensam no quanto é bom, no quanto é prazeroso ser fiel a si mesmo. Tenho pagado um preço por essa minha fidelidade, mas tenho tido um reembolso que vale a pena...
Não sei quanto tempo isso vai durar. Estou curtindo esse tempo e se eu continuar curtindo assim não terei a menor preocupação de fazer isso mudar de vez.
Não fico tentando acertar tudo. Nem tenho a pretensão de tal feito. O que quero é ser eu mesma. Descobrir do que gosto, ficar em minha companhia, me paparicar...
Se amanhã eu descobrir que investi errado não adianta chorar nem sofrer. Eu sei que isso pode acontecer. Sei que posso sofrer, mas também posso ser muito feliz. Ninguém sabe...
Quero muito e tenho pouco. Procuro e acho partes. Escondo-me e sou invadida. Fico enorme e me sinto diminuída. Quando penso que vou sumir estou gigante.
Já tem um tempo que estou assim e quando isso vai acabar ninguém sabe. Acho que nunca. Eu preciso da vida em movimento. Do coração acelerado, das mãos suando, da vontade de viver, de correr...
Mas eu vou poder lembrar do que fiz e não me arrepender de ter me escondido atrás de sentimentos ocultos.
Assumo: não consigo manter escondido o que eu sinto!

Bui