
É confuso. O que eu sinto é enorme e ao mesmo tempo me faz sentir pequena.
Estranhamente não estou infeliz com a inquietação. Não gosto do marasmo. Nunca gostei. Sempre precisei de atividades a ser concluídas. Quando finalizo uma e não tenho nada em vista me desanima. Preciso do agito.
É engraçado. Fiz o que precisava no momento e agora me sinto meio perdida diante das dificuldades. Não nas minhas dificuldades porque como boa “marketeira” analisei antes.... Mas na dificuldade que não se pode calcular. A dificuldade da conversa, de saber o que o outro pensa. Uma coisa é o que diz, outra é o que sente.
As pessoas cobram tanto a fidelidade dos outros e não pensam no quanto é bom, no quanto é prazeroso ser fiel a si mesmo. Tenho pagado um preço por essa minha fidelidade, mas tenho tido um reembolso que vale a pena...
Não sei quanto tempo isso vai durar. Estou curtindo esse tempo e se eu continuar curtindo assim não terei a menor preocupação de fazer isso mudar de vez.
Não fico tentando acertar tudo. Nem tenho a pretensão de tal feito. O que quero é ser eu mesma. Descobrir do que gosto, ficar em minha companhia, me paparicar...
Se amanhã eu descobrir que investi errado não adianta chorar nem sofrer. Eu sei que isso pode acontecer. Sei que posso sofrer, mas também posso ser muito feliz. Ninguém sabe...
Quero muito e tenho pouco. Procuro e acho partes. Escondo-me e sou invadida. Fico enorme e me sinto diminuída. Quando penso que vou sumir estou gigante.
Já tem um tempo que estou assim e quando isso vai acabar ninguém sabe. Acho que nunca. Eu preciso da vida em movimento. Do coração acelerado, das mãos suando, da vontade de viver, de correr...
Mas eu vou poder lembrar do que fiz e não me arrepender de ter me escondido atrás de sentimentos ocultos.
Assumo: não consigo manter escondido o que eu sinto!
Estranhamente não estou infeliz com a inquietação. Não gosto do marasmo. Nunca gostei. Sempre precisei de atividades a ser concluídas. Quando finalizo uma e não tenho nada em vista me desanima. Preciso do agito.
É engraçado. Fiz o que precisava no momento e agora me sinto meio perdida diante das dificuldades. Não nas minhas dificuldades porque como boa “marketeira” analisei antes.... Mas na dificuldade que não se pode calcular. A dificuldade da conversa, de saber o que o outro pensa. Uma coisa é o que diz, outra é o que sente.
As pessoas cobram tanto a fidelidade dos outros e não pensam no quanto é bom, no quanto é prazeroso ser fiel a si mesmo. Tenho pagado um preço por essa minha fidelidade, mas tenho tido um reembolso que vale a pena...
Não sei quanto tempo isso vai durar. Estou curtindo esse tempo e se eu continuar curtindo assim não terei a menor preocupação de fazer isso mudar de vez.
Não fico tentando acertar tudo. Nem tenho a pretensão de tal feito. O que quero é ser eu mesma. Descobrir do que gosto, ficar em minha companhia, me paparicar...
Se amanhã eu descobrir que investi errado não adianta chorar nem sofrer. Eu sei que isso pode acontecer. Sei que posso sofrer, mas também posso ser muito feliz. Ninguém sabe...
Quero muito e tenho pouco. Procuro e acho partes. Escondo-me e sou invadida. Fico enorme e me sinto diminuída. Quando penso que vou sumir estou gigante.
Já tem um tempo que estou assim e quando isso vai acabar ninguém sabe. Acho que nunca. Eu preciso da vida em movimento. Do coração acelerado, das mãos suando, da vontade de viver, de correr...
Mas eu vou poder lembrar do que fiz e não me arrepender de ter me escondido atrás de sentimentos ocultos.
Assumo: não consigo manter escondido o que eu sinto!
Bui
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