Outra noite que se vai...
Estava perdida nos pensamentos... No meio de tantas vontades... Se cada pessoa que passa pela gente tem uma mensagem quem somos nós para interferir nisso?
Não, não estava louca.
A maneira como abordamos outras pessoas determina a rapidez em que evoluímos, e a rapidez com que nossas perguntas sobre a vida são respondidas.
Entendia que quando as pessoas cruzam nossos caminhos, há sempre uma mensagem para nós. Encontros casuais não existem. Não acreditara em coincidências.... Sabia que em algum lugar aquilo tinha uma explicação.
Mas o modo de respondermos a esses encontros determina se somos capazes de receber a mensagem. Se temos uma conversa com alguém que cruza nosso caminho e não vemos uma mensagem sobre nossas questões atuais, isso não significa que não houvesse uma mensagem. Nós é que apenas que não a captamos, por algum motivo. Temos que parar o que estamos fazendo, seja lá o que for, e descobrir a mensagem que temos para aquela pessoa e a que ela tem para nós. Quando compreendermos isso nossa interação será mais objetiva e deliberada.
terça-feira, 19 de maio de 2009
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